City Tour Belém natureza e riquezas


Conheça uma forte característica da Amazônia: reunir riquezas da fauna, flora e recursos minerais. Visita ao Museu Emílio Goeldi, Mangal das Garças, Pólo Joalheiro e Museu de Gemas. Finalizando, experimente deliciosos sorvetes regionais na mais bela praça do Brasil, a praça Batista Campos. 

 

Saídas de terça à domingo - 8:30 e 14:30 / Duração 3:30h

Conheça uma forte característica da Amazônia: reunir  riquezas minerais, da fauna e da flora.

Museu Emílio Goeldi - Um encontro marcado com os encantos da fauna e da flora amazônicas. Uma alternativa de paz e tranqüilidade no centro da cidade. Não há nada similar no Brasil. O Goeldi preserva uma boa mostra da floresta tropical úmida da Amazônia.
Lá, o turista se defronta com cutias, pacas, tatus e preguiças e vê de perto atrações como sucurijus gigantescas, poraquês, peixe-boi, gavião-real, antas, araras, onças pintadas e quelônios amazônicos. Além de visitar exposições de arte marajoara e artesanato tapajônico. Possui também, uma coleção com aproximadamente 3 mil espécimes vegetais com representantes da flora amazônica ameaçada de extinção, como mogno, castanha-do-pará, pau-rosa, acapu, cedro-vermelho, samaúma, açaí e vitória-régia.
O Museu, em uma área urbana de 3.500m2, é um dos principais parques antropológicos e zoológicos do mundo, originado do interesse de um grupo de intelectuais e cientistas para o fomento de pesquisa na região. Desde sua fundação, em 1866, suas atividades concentram-se no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, bem como na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região.
 
Mangal das garças – Localizado às margens do rio Guamá, no entorno do centro histórico, o complexo ocupa área de cerca de 30 mil metros quadrados que foi revitalizada e representa uma síntese do ambiente amazônico no coração da capital paraense.
No parque naturalístico, o visitante conhece as diferentes macrorregiões florísticas do Estado, ou seja, as matas de terra firme e várzea e os campos.
O Magal possui um pórtico, restaurante, viveiro de borboletas e beija-flores, viveiro de pássaros, quiosques para lanches e uma torre-mirante-farol de onde o turista pode visualizar a singular paisagem composta pelo rio Guamá e pelo verde espalhado por todo o parque. Sem contar o pôr-do-sol, que é um espetáculo à parte. Próximo à entrada do parque, encontra-se antigo galpão de ferro, no espaço, há exposição e venda de plantas e artesanatos. Lagos artificiais onde ficam aves pernaltas, marrecos e quelônios. O visitante poderá, ainda, percorrer as áreas internas dos viveiros de pássaros, beija-flores e  borboletas.
Além disso, o Mangal abriga o Museu da Marinha, um restaurante e uma passarela sobre a várzea, de 100 metros de comprimento.
 
Pólo Joalheiro e Museu de Gemas - O prédio do antigo presídio levou quase dois anos para ser totalmente reformado. Hoje, o local, inaugurado em outubro de 2002, está se tornando referência para o mercado joalheiro paraense por conta das jóias em ouro e gemas produzidas pelo talento dos ourives e designers paraenses. No local, o artesanato e as cerâmicas marajoara e tapajônica também ganharam espaço.
 
Praça Batista Campos - Em 2005, ganhou o "Prêmio 100 Mais Brasil", da Revista Seleções, como a mais bela praça do país. Obedecendo ao plano “jardins sem grades”, a praça mantem características do século XX, com plantas ornamentais, córregos, pontes, bancos, caramanchões, chafariz e coretos de ferro. É intitulada como um dos ambientes mais bonitos da capital paraense. Um ótimo lugar para relaxar e provar os sorvetes da capital paraense. 




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